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quinta-feira, 4 de abril de 2013

Somente amor!





E o AMOR é esta coisa linda que num dia bate na sua cara e no outro, sopra seu machucado!




Célia Ramos


quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Duelo de emoções






Geralmente, conviver com pessoas não é o meu forte! Confesso que vivo melhor no meu mundo interior. No entanto, se faz necessário uma visita exterior frequentemente, haja vista a interação no trabalho, família entre outros círculos que nos forçam a conviver com o outro. Não é que não goste de gente! Gosto, admiro e adoro observar o comportamento humano. Porém, minha introspecção é mais forte e me mantém isolada, a não ser quando chamada ao convívio social de vez em quando.
Hoje em dia, sinto-me mais à vontade com pessoas, mas já sofri muito por ter esta limitação. Sempre me dividi entre livros, músicas, desenhos e textos! Assim, sinto-me conversando com alguém e, na maioria das vezes, converso comigo mesma, muito embora, haja de vez em quando, um desentendimento pessoal, onde a minha razão e a minha emoção, entram em combate ferrenho! Quem ganha? Não sei, mas tenho adquirido mais experiência, maturidade e discernimento cognitivo. Acredito que é dessa forma que o ser humano cresce! Agora com licença, pois estou em meio a um diálogo interessante com minha pessoa.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Saudade



Saudade é coisa que gruda,
Faz morada no peito e fica incomodando.
É algo que transborda na alma quando alguém de quem se gosta se faz ausente!
Saudade é cócega nas lembranças,
É vendaval na memória da gente!
É dor, é urgência, é partida.
É vida que se ganha ao mesmo tempo em que se perde!
Saudade é pressa de encontro, é ânsia de abraços, de chegada!
Saudade gruda na alma e enquanto não se mata, morre-se!

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Cores da vida




Com tintas e traços
Rabisco abraços,
Saudades, poesia...
Amor, alegria
Sonho e paixão!
Palavras singelas,
Serenas e belas saem do coração!
A alegria me invade
O coração quer gritar...
Dizem que poeta só sofre, só sente!
Mas sente com a alma,
Com a vida, com a mente!
Poeta faz versos em cima da dor,
Da raiva, do amor,
Da paixão, da emoção!...
As cores da vida se misturam no tom,
Descobrem nuances,
Fazem alarde, gritam e se calam...
Espalham verdades, silenciam...
Depende do momento, do tempo, da pessoa
Que se quer agradar!
Ah! Ser poeta
É só sentimento que eu,
Mero mortal, ainda quero experimentar!...

Célia Ramos

sábado, 6 de outubro de 2012

Quem?


Quem é que não gosta,
Quem é que não quer?

Um bom cafuné;
Um bicho de pé;
Um gostoso café;
Brigadeiro na colher;
Cura pra chulé;
Perfume de mulher?

Quem é que não gosta,
Quem é que não viu?

Uma flor quando abriu;
Criança que sorriu;
Azul, cor de anil;
Brincadeira infantil;
Pessoa gentil?

Quem é que não gosta,
Quem nunca chorou?

Com filme de amor;

História de terror;
Bronca de avô;
Quando sente dor;
Com sonho assustador;
Quando o namoro acabou?


Quem é que não quer?
Quem não vai gostar?

Do cheiro  do mar;
Ver o dia raiar;
De um raio solar;
De ver a noite chegar;
De uma estrela a brilhar;
De um beijo ao luar?

Célia Ramos

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Além do bem e do mal!





Que a vida me leve
No cavalo do tempo
Veloz como o vento
Serena como o mar.
Que em seu galope
Sem pausa nem trégua
Mostre-me os recônditos ocultos da Terra
Entre a paz e a guerra
Entre Sol e luar.
Que do ódio e do amor,
Revele-me segredos
Que eu não sinta dor,
Nem raiva, nem medo
Por todo Universo, me faça voar.

Cavalgue por mistérios nunca penetrados
Faça-me enxergar além do que vejo
Realize sonhos nunca revelados
Com mão suave, aponte meus erros  
E mesmo sem saber, me faça acertar.
Que do paraíso me faça senhora
E sem contar as horas
Deixe-me acordar.
E ao florescer e romper da aurora
Traga-me de volta
Pra recomeçar.


Célia Ramos

domingo, 19 de agosto de 2012

Por que somos covardes?




Muitos de nós, ao nos depararmos com situações que fogem ao controle, escolhemos o caminho mais fácil: fugir!      
Uns tentam fugir de um trabalho quando este se apresenta difícil; outros fogem de brigas e outros ainda, fogem do AMOR.   
Aos que fogem do trabalho, damos o nome de preguiçoso; 
Aos que fogem de brigas, damos o nome de sensato. 
E aos que fogem do amor? Que nome poderemos dar?        
Fugir do amor é quando você sente que ama alguém, mas não tem coragem de enfrentar a situação ou se sente inseguro diante do ser amado. Ou ainda, quando você tem certeza do que sente, porém, simplesmente escolhe fingir que não é com você que aquela situação acontece! Sabe que também é amado, mas prefere ignorar por medo de se entregar, de ser feliz, de correr riscos! Porque o amor envolve riscos! Risco de sentir dor, de chorar, de ser menosprezado. Mas, o maior risco que se corre, é o de ser extremamente FELIZ!    
A única palavra que serve para descrever as pessoas que fogem da felicidade é “Covarde”!
Sabemos que ninguém é feliz em tempo integral! A felicidade nada mais é que um estado de espírito! Portanto, como sabermos o que vai acontecer ou não se não tentarmos?
A vida é feita de riscos, de momentos bons e ruins, que são essenciais para o nosso crescimento enquanto indivíduos. E como diz a canção: “É melhor não resistir e se entregar!”

Célia Ramos